Arquivo do mês: dezembro 2010

Feliz 2011!!

Amigos e leitores do Samba & Queijo,

Desejamos a vocês que 2011 seja melhor que 2010, que mais sonhos sejam realizados, mais felicidades estampadas nos rostos, saúde e sucesso. Grande abraço. Conte conosco sempre.

“Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!”

Fernando Pessoa

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Revista Realidade

No curso de Jornalismo, uma professora em especial, Mônica Kimura, nos apresentou a um novo tipo de jornalismo, pelo menos para mim foi. Até então, só conhecia o jornalismo televisivo, o de rádio e o jornal impresso.

O jornalismo literário, como é chamado, tem influência do new journalism norte-americano que surgiu na década de 60. É uma forma diferente de noticiar algo. Foge um pouco do padrão jornalístico de lead, que no jornalismo se refere ao primeiro parágrafo de cada matéria conter um breve resumo do texto.

Eu me identifiquei com essa nova forma de narrar a Continue lendo


O movimento eleva a alma

Ainda com a emoção pós festival, aproveito para compartilhar com vocês a Oração da Dança, escrita por Santo Agostinho. O texto exemplifica o que citei no post do dia 15/12, Dança para que te quero, sobre a dança na vida do ser humano.

 

Oração da Dança

Eu Louvo a Dança,
pois ela liberta as pessoas das coisas,
unindo os dispersos em comunidade.
Eu louvo a Dança
que requer muito empenho, Continue lendo


Dança pra que te quero!

A dança sempre energizou a minha vida. E melhor do que fazer aulas, é dançar em cima de um palco. É um momento único. Dizem que quando dançamos conseguimos entrar em contato com o nosso verdadeiro eu.

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Dia de sol

Ele veio meio assim daquele jeito mesmo que ele é. Tranqüilo. Largado. Nas nuvens. Com um propósito. O resto era lucro ou consequência. A cidade era barulhenta já de cara. Muito trânsito, muita gente, muito calor. E cansaço pra dar e vender. Pena que ficou só pra ele. Pensava no sono que teria à noite quando chegasse à casa que não era sua. Uma cama, um sofá ou colchão. Um canto pra descansar e se preparar para o próximo dia de céu azul e ventania. Depois da estrada, alguns setenta minutos, um banho gelado, televisão e sono pesado. No outro dia, pastel, garapa, frutas, muita água. Uma hora de ônibus, rodoviária, compra de passagem para domingo voltar pra casa. A chegada do amigo. Ônibus de novo. Parada. Construções antigas. Beleza. Fotos. Almoço sem carne. Sorrisos. Risadas. A busca dos convites para o show. Decisão. Metrô. Dezessete minutos. Praia. Vento, muito vento, cabelos ao vento. Exposição ao sol. Maresia. Sal. Mar. Pôr do sol. Volta engarrafada. Cansaço. Suor. Banho. Ônibus. Show. Música. Um circo. Voador. Táxi. Cama. Despertador. Desjejum. Suco, pão, frutas, queijo. Despedida. Sessenta minutos. Viagem. Manhã. Tarde. Noite. Sonhos. Lembranças. Retorno. Chegada.


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