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Sonhos possíveis

Ano novo, vida nova! É o que costumam dizer na virada do ano. Mas, o que será que as pessoas fazem para realmente viver uma vida nova? Será que apenas pronunciar estas palavras mágicas e tudo está feito? Alguns dizem que o dia primeiro de um novo ano é apenas mais um dia comum e mais nada. Uma posição um tanto radical, extremada. Acredito muito na energia reunida, acumulada, direcionada a uns poucos dez segundos da meia noite. Seguidos da queima de fogos. Literalmente uma explosão de sentimentos, intenções, desejos, sonhos.

Sonhos precisam ser transformados em metas. E estas, colocadas num planejamento detalhado de vida. O que você quer ser quando crescer? Dá um trabalho danado definir o que queremos realmente. Acho que isso acontece porque estamos impregnados de inúmeros desejos de outras pessoas. É engraçado pensar nisso. Mas, se analisarmos bem, podemos encontrar dentro de nós, sonhos que na verdade pertenciam a nossos pais, irmãos ou amigos.

Quando identificamos o que sinceramente queremos, aí sim, tomamos as rédeas da nossa vida. E isso dá um prazer imensurável de viver. O caminho torna-se mais claro mesmo com todos os problemas e obstáculos que possam surgir. O segredo é manter o foco nas metas, lá na frente. Dessa forma, as dificuldades viram etapas, o que passa a ideia de avanço, de desenvolvimento. E assim, as coisas vão acontecendo. O universo conspira a nosso favor!

É… estou nesse caminho, definindo minhas metas, olhando pra frente, pisando no presente e sentindo o poder do agora. Lembrei de um episódio de um programa global “Clandestinos”. Achei lindo! Linda demais a interpretação da música Sonho Impossível, feita por Pedro Gracindo. O contexto eleva ainda mais os sentimentos que a canção provoca. Tenham bons sonhos!


Dança pra que te quero!

A dança sempre energizou a minha vida. E melhor do que fazer aulas, é dançar em cima de um palco. É um momento único. Dizem que quando dançamos conseguimos entrar em contato com o nosso verdadeiro eu.

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Lenitivo

Pó (Beto Brasiliense)

Tu és pó e ao pó “reverteres”
Em verdade é só isso que queres
Vem do sol o que queima e as cores
Amanhã o teu pó serão flores
Quando sinto no pescoço um nó
Vem o vento e me sopra, eu sou pó

Do disco “Letras Brasileiras” de Oswaldo Montenegro, lançado em 1997.

Quando sinto no pescoço um nó, eu me lembro dessa música. E começo a cantá-la. Vou cantando inúmeras vezes, sem parar, até parecer um mantra. Então, a paz vem chegando, vou ficando tranquila, as coisas vão clareando, volto a enxergar o que parecia ter sumido de perto de mim. As cores ficam mais vivas! Eu me encho de vida! E tudo faz mais sentido! Qualquer coisa, qualquer detalhe, por mais insignificante que pareça. Sinto minha respiração profunda e vital! Aí, percebo que é preciso ter um propósito, projeto, desígnio, objetivo, intuito, uma finalidade, uma determinação. E entendimento.


Muitas cores

alma não tem cor (andré abujamra)

 

alma não tem cor

por que eu sou branco?

alma não tem cor

por que eu sou negro?

branquinho

neguinho

branco negão

percebam que a alma não tem cor

ela é colorida

ela é multicolor

azul amarelo

verde verdinho

marrom

 

Do primeiro disco de Chico César, Aos vivos.
Gravado em 1994 e lançado um ano depois, em 1995.

Hoje, no Brasil, é comemorado o Dia da Consciência Negra.

121 anos de República

Hoje, comemora-se a Proclamação da República do Brasil que ocorreu em 15 de novembro de 1889, após a abolição da escravatura.

O Hino da Proclamação da República, conforme mencionado pelo site Brasil escola, é pouco usado no país. Esse hino foi criado a partir de um concurso promovido pelo governo provisório de Marechal Teodoro da Fonseca com o intuito de instituir um novo símbolo para o país republicano.

Os ganhadores do concurso quanto à letra e a música, respectivamente, foram: José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque e Leopoldo Miguez.

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Esse trecho do hino foi muito divulgado e conhecido quando a escola de samba Imperatriz Leopoldinense, em 1989, festejou o centenário da Proclamação da República em seu samba enredo.

A versão em samba é muito diferente da forma cantada oficialmente. Quem tiver interesse em ouví-la, disponibilizamos o link direto ao site da Letras.terra.com.br.

Desejamos que a liberdade continue nos protejendo, principalmente após essa última eleição. Que sejamos um Brasil livre, sem amarras com outros países, que o interesse político seja para o povo e que esse povo, aprenda a lutar pelo o que é dele de direito.

 


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