Tátil, portátil

Vivemos num mundo onde a frase “Tempo é dinheiro” é bastante vivenciada. Tanto que as pessoas fazem o impossível para esticar cada minuto do relógio. E para conseguirem isso, utilizam incessantemente a tecnologia.

Inovações tecnológicas chegam a todo o momento, é difícil acompanhá-las. Mais complicado viver sem elas. Numa pequena lista, podemos citar celulares, iPhones, iPods, iPads, games, TVs de plasma, notebooks, netbooks, smartphones.

É muito comum encontrar, pelas ruas, pessoas com “cara” de atarefadas. Pode ser no trânsito, em lojas, nas esquinas ou andando apressadamente. Graças à portabilidade! O problema é que o trabalho tornou-se portátil também.

Há um tempo, muitos levavam o trabalho pra casa, em alguns papéis e relatórios, ou apenas na cabeça que não parava de funcionar. Hoje, ele cabe na palma da mão, no bolso da calça, na bolsa, na pasta, no criado ao lado da cama.

Um tanto embaraçoso, delicado, romper com o trabalho nos tempos livres, raros nos dias de hoje. Fácil não é, sabemos! A luta por momentos de relaxamento pode ser árdua, mas necessária. Pense nisso! Talvez seja divertido!

A portabilidade, como meio de acelerar e ampliar a distância real da ação, também é ilustrada, e de maneira notável, pelo papiro. O alfabeto era uma coisa, quando aplicado à argila ou à pedra, e outra coisa bem diferente, quando aplicado a algo leve como o papiro.”

(MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem)

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Sobre Geisa Mara de Castro


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