La Solitudine

Então eu vi. E os meus próprios olhos entenderam a dor, compreenderam aí o tamanho da vida. Nada mais havia ali, só o escuro da noite, o silêncio da lua, o movimento do vento na copa das árvores e eu. Eu que ainda respirava o aroma do jasmim. Percebi: Eu ainda vivo. Tudo vive. E mais que isso, tudo vive em mim, ainda que eu estivesse SÓ.

Escrito em 14/05/2010, numa noite fria.
Por Priscila Chaves
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Sobre Priscila Chaves

Minas Gerais. Jornalista. Bailarina. Bordadeira. Ver todos os artigos de Priscila Chaves

2 respostas para “La Solitudine

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